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quarta-feira, 19 de maio de 2010


CONHEÇA AS TRÊS UTILIDADES QUE ESTÃO ESCONDIDAS EM SEU CELULAR.


03 coisas que você nunca soube sobre seu celular.
Será útil manter essas informações com você.
Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência.
Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.
Veja o que ele pode fazer por você:

Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!

Emergência II *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.

Emergência III *#06#
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#
Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.

terça-feira, 18 de maio de 2010

humor.................


HUMOR
DEUS FEZ A MULHER E O DIABO...
Deus fez a mulher... Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso resolveu complicar...
Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressecadas.
Deus deu a mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez crescer e cair.
Deus deu a mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote.
Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com lipoglicerídios.
Deus deu a mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo a fez falar demais.
Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a TPM.
Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.
Então Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.
Deus fez a mulher ficar maravilhosa aos 30, vibrante aos 40.
O diabo deu de presente a menopausa aos 50...
Só pode haver uma explicação para isso:

O diabo é V I A D O !!!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

ReDs

ReDs

A moonless night ........


was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

It was a moonless night, and I was alone.
doing my walk my own path.
smell the roses and the pain of the thorns.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

Suddenly though the dark I might know.
there was someone watching me.
without even why.
was time to fight and death.
and kill or die.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

The razor has cut me, it was almost a caress.
My blood mingled with the dust and stone.
axé was time to ask for my deity.
and go to the game of death is to lose or win.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

I gave the boat's sharp snake, someone guided me.
half moon and is given the death.
and the fight ended.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

I followed the moonless night.
stories from his pocket.
and not easy to end up with sort of a good poultry.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

If you do not believe me wait in another way.
and prepares and your razor.
I do not walk alone.

was a moonless night.
was a moonless night.
was a moonless night.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O QUE ESSE MALUCO FUMOU......

ENTREVISTA NO RIO DE JANEIRO SOBRE A TRANSPORTE DAS BARCAS
OLHA PRA ONDE A ENTREVISTA LEVOU RUMO,MUITO HILÁRIO O FIGURA AI...

CURIOSIDADES......




A Copa do Mundo é reconhecida como a maior competição de futebol do mundo porque é palco de grandes jogos e teste para os maiores craques. A mística do Mundial, porém, também é construída por curiosidades, pequenas histórias que dão mais graça ao evento.

Veja na lista abaixo alguns dos “causos” que marcaram o torneio:

1950 -
Touradas de Madri -
A maior decepção da história do futebol brasileiro teve sua história contada diversas vezes, mas há quem diga que ela só tomou essa proporção pela euforia criada no jogo anterior. No segundo jogo do quadrangular decisivo do Mundial, contra a Espanha, o Brasil de Zizinho, Ademir e Jair atropelou a Espanha diante de um Maracanã lotado.

A euforia pelo 6 a 1 era tanta que a torcida começou a entoar, de forma espontânea, a marchinha “Touradas de Madri” no estádio. A junção entre música e futebol comoveu os jornalistas presentes, que escreveram


maravilhas sobre o futebol-arte praticado pelos brasileiros.

A história, a partir daí, é conhecida. O clima de “já ganhou” tomou conta da seleção, que acabou derrotada por 2 a 1, de virada, pelo Uruguai de Obdulio Varela e Ghiggia, autor do gol decisivo para o segundo título dos sul-americanos.

1954 -
Para despistar -
Com toda a base do Honved, o time militar que impressionou a Europa na época, a Hungria chegou ao Mundial como grande favorita. Logo na primeira fase, o time magiar cruzou com a Alemanha, que ainda não tinha quase nada da fama e da tradição que possui hoje.

O resultado foi um passeio da seleção do Leste Europeu, que alcançou um inapelável 8 a 3 e ratificou seu favoritismo na competição. No caminho para final, a Hungria não deu chance e nenhum de seus rivais, incluindo o Brasil.

Só que os germânicos usaram sua técnica apurada e o conhecimento dos adversários para virar o jogo. Em um jogo pragmático, venceram por 2 a 1 e consagraram a segunda zebra consecutiva em finais de Copa.

1958 -
Sem as estrelas e com o manto -
O Brasil de 1958, comandado por Vicente Feola, foi o time que conseguiu marcar o país como vencedor, além de talentoso, e muito por causa da jovem dupla Pelé e Garrincha. Os dois maiores nomes do futebol no país, no entanto, começaram no banco de reservas, por opção do comandante da seleção, em um tempo em que não havia substituição.

Somente após o segundo jogo, um burocrático empate por 0 a 0 com a seleção da Inglaterra, é que ambos foram escalados. E não porque Feola assim decidiu. Líderes do grupo como Didi, Nilton Santos e Zito se reuniram com Feola e pediram para que Pelé e Garrincha substituíssem Mazzolla e Joel, respectivamente, no que foram prontamente atendidos. Para esse jogo, Zito também ganhou a vaga que estava com Dino Sani no meio-campo.

Na estréia do trio, uma vitória por 2 a 0 sobre a União Soviética, e o resultado final também é amplamente conhecido. Com um futebol mais do que convincente, o Brasil foi campeão mundial pela primeira vez, mas não sem antes passar por uma provação. Na final contra a Suécia, o time teria de jogar de azul, já que os donos da casa vestiriam amarelos.

A notícia foi uma ducha de água fria nos supersticiosos, já que foi vestido assim que o Brasil havia perdido a final para o Uruguai oito anos antes. Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, conseguiu mudar o ponto de vista do elenco. Pouco antes da decisão, disse que o azul era, antes de tudo, a cor do manto de Nossa Senhora. A “notícia” animou o grupo, que ganhou por 5 a 2 na decisão e trouxe a primeira Copa para o Brasil.

1970 -
Guerra Fria -
No auge da ditadura militar, os militantes contrários ao regime viam o futebol como o ópio do povo. Cientes da utilização política que o esporte poderia ter, não foram raros os resistentes que declararam torcidas para que o Brasil perdesse no Mundial do México.

Sendo assim, era fácil escolher por quem vibrar no primeiro jogo da seleção na Copa, já que a comunista Tchecoslováquia é que viria pela frente. O time do Leste Europeu saiu na frente, mas a comemoração do gol é que entrou para a história.

Contrariando todos os mitos forjados pelos capitalistas, que cansaram de espalhar a falta de religião dos correligionários dos comunistas, Petras fez o sinal da cruz. A história é bem contada no filme “O ano em que meus pais saíram de férias”, de Cao Hamburguer, que mostra a mudança de postura dos militantes quando o Brasil vira para 4 a 1.

1974 -
Tudo de volta -
O Mundial da Alemanha marcou a primeira participação do Zaire na história das Copas. A atual República Democrática do Congo havia vencido as Copas Africanas de Nações, que dava vaga automática para a competição. Animado com o feito, o autoritário e ditatorial governo local premiou cada atleta com uma casa e um automóvel.

Só que no Mundial as coisas mudaram. No grupo que tinha Iugoslávia, Brasil e Escócia, o Zaire ficou sem ponto algum, com três derrotas e 14 gols sofridos. O resultado não agradou os regimes africanos, que confiscou os prêmios dados para os atletas anteriormente.

1978 -
Apito final -
Logo no primeiro jogo do Brasil no Mundial, a seleção de Cláudio Coutinho empatava por 1 a 1 até o último minuto dos acréscimos. Depois de uma cobrança de escanteio, Zico subiu de cabeça e desempatou para a seleção verde-amarela.

O que seria uma vitória heróica se transformou, no entanto, em uma grande confusão. O juiz galês John Thomas decidiu apitar o fim do jogo enquanto a bola estava no ar, em uma das anulações de gol mais bizarras da história. O Brasil protestou e o apitador nunca mais apitaria em Copas do Mundo.

Camisa nova - França e Hungria fecharam a o grupo da morte da primeira fase, que ainda tinha Itália e Argentina. Já eliminadas, as duas seleções deram trabalho a árbitro Arnaldo Cezar Coelho,que apitava o confronto.
Insatisfeita com os árbitros do Mundial da Argentina, a França decidiu jogar de branco, mesma cor do uniforme húngaro. O impasse durou alguns minutos, e a queda-de-braço só foi vencida pelo juiz brasileiro quando os franceses aceitaram jogar com a camisa do Kimberley, um time amador de Mar Del Plata, onde aconteceu o confronto.

1982 -
Dono da bola -
Treinada por Carlos Alberto Parreira, a seleção do Kuwait viu seu cartola pagando um mico no segundo jogo da equipe no Mundial. Depois de empatar na estréia contra a Tchecoslováquia, a equipe do Oriente Médio encarou a França ainda com chances de classificação.

O jogo já estava 3 a 1 para os europeus quando Giresse marcou um gol em completo impedimento. Os jogadores do Kuwait argumentaram que tinham ouvido um apito, que na verdade veio da torcida, e por isso pararam no lance.

Para avalizar a reclamação, o príncipe Fahad Al-Sabah entrou no gramado, cercado de policiais e pressionou um pouco mais o árbitro soviético Miroslav Stupar, que acabou anulando a marcação. No fim, a França ainda faria o quarto com Bossis, e fecharia o caixão do Kuwait.

1990 -
Sem passaporte -
A Inglaterra surpreendeu o mundo no Mundial da Itália com uma campanha firme e uma dupla de respeito. Lineker e Gascoigne faziam uma ótima Copa até a semifinal, contra a futura campeã Alemanha.

O jogo equilibrado foi até os pênaltis, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, e acabou decidido pelos erros de Pearce e Waddle. A grande cena do confronto, no entanto, foi protagonizada pelo árbitro José Roberto Wright, que deu um amarelo para Gascoigne por uma falta dura no meio-campo.

Aquela era a segunda advertência do problemático atacante no Mundial, e ele estava automaticamente fora de uma possível final. A reação foi imediata, e Gascoigne chorou copiosamente no gramado do Delle Alpi, em Turim.

1994 -
Advertência -
Aquela que é, provavelmente, a história mais triste da história das Copas do Mundo, começa com a bem cotada Colômbia perdendo por 2 a 1 para os Estados Unidos. A derrota eliminou os sul-americanos precocemente da competição, e o gol decisivo foi marcado pelo zagueiro Escobar, contra.

Dias depois, já de volta ao seu país natal, Escobar foi morto com 19 tiros em um bar de Medellín. As testemunhas do incidente contam que o assassino, um apostador do cartel local, citou o gol contra antes de cometer o crime.

A Historia das copas......



História das Copas do Mundo

De quatro em quatro anos, seleções de futebol de diversos países do mundo se reúnem para disputar a Copa do Mundo de Futebol.

A competição foi criada pelo francês Jules Rimet, em 1928, após ter assumido o comando da instituição mais importante do futebol mundial: a FIFA ( Federation International Football Association).

A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada no Uruguai em 1930. Contou com a participação de apenas 16 seleções, que foram convidadas pela FIFA, sem disputa de eliminatórias, como acontece atualmente. A seleção uruguaia sagrou-se campeã e pôde ficar, por quatro anos, com a taça Jules Rimet.

Nas duas copas seguintes (1934 e 1938) a Itália ficou com o título. Porém, entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa em função da eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Em 1950, o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo. Os brasileiros ficaram entusiasmados e confiantes no título. Com uma ótima equipe, o Brasil chegou à final contra o Uruguai. A final, realizada no recém construído Maracanã (Rio de Janeiro - RJ) teve a presença de aproximadamente 200 mil espectadores. Um simples empate daria o título ao Brasil, porém a celeste olímpica uruguaia conseguiu o que parecia impossível: venceu o Brasil por 2 a 1 e tornou-se campeã. O Maracanã se calou e o choro tomou conta do país do futebol.

O Brasil sentiria o gosto de erguer a taça pela primeira vez em 1958, na copa disputada na Suécia. Neste ano, apareceu para o mundo, jogando pela seleção brasileira, aquele que seria considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Quatro anos após a conquista na Suécia, o Brasil voltou a provar o gostinho do título. Em 1962, no Chile, a seleção brasileira conquistou pela segunda vez a taça.

Em 1970, no México, com uma equipe formada por excelentes jogadores ( Pelé, Tostão, Rivelino, Carlos Alberto Torres entre outros), o Brasil tornou-se pela terceira vez campeão do mundo ao vencer a Itália por 4 a 1. Ao tornar-se tricampeão, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.

Após o título de 1970, o Brasil entrou num jejum de 24 anos sem título. A conquista voltou a ocorrer em 1994, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Liderada pelo artilheiro Romário, nossa seleção venceu a Itália numa emocionante disputa por pênaltis. Quatro anos depois, o Brasil chegaria novamente a final, porém perderia o título para o pais anfitrião: a França.

Em 2002, na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, liderada pelo goleador Ronaldo, o Brasil sagrou-se pentacampeão ao derrotar a seleção da Alemanha por 2 a 0.

Em 2006, foi realizada a Copa do Mundo da Alemanha. A competição retornou para os gramados da Europa. O evento foi muito disputado e repleto de emoções, como sempre foi. A Itália sagrou-se campeã ao derrotar, na final, a França pelo placar de 5 a 3 nos pênaltis. No tempo normal, o jogo terminou empatado em 1 a 1.

Em 2010, pela primeira vez na história, a Copa do Mundo será realizada no continente africano. A África do Sul será a sede do evento.

Em 2014, a Copa do Mundo será realizada no Brasil. O evento retornará ao território brasileiro após 64 anos, pois foi em 1950 que ocorreu a última copa no Brasil.

Curiosidades sobre a História da Copa do Mundo de Futebol

- O recorde de gols em Copas é do francês Fontaine com 13 gols;

- O Brasil é o único país que participou de todas as Copas do Mundo;

- O Brasil é o país com mais títulos conquistados: total de cinco;

- A Itália foi quatro vezes campeã mundial. A Alemanha foi três vezes, seguida das bi-campeãs Argentina e Uruguai. Inglaterra e França possuem apenas um título cada;

- A Copa do Mundo é o segundo maior evento esportivo do planeta;

- As Copas do Mundo da França (1998) e Japão / Coréia do Sul (2002) foram as únicas que tiveram a participação de 32 seleções. A Copa do Mundo da Alemanha 2006 teve o mesmo número de seleções participantes.

Os campeões de todos os tempos

Uruguai (1930) / Itália (1934) / Itália (1938) / Uruguai (1950) / Alemanha (1954) / Brasil (1958) / Brasil ( 1962)Brasil (1970) / Alemanha (1974) / Argentina (1978) / Itália (1982) / Argentina (1986) / Alemanha (1990) / Brasil (1994) / França (1998) / Brasil (2002), Itália (2006). / Inglaterra ( 1968) /

Sugestões de leitura:

- Os 50 Maiores Jogos das Copas do Mundo - Paulo Vinicius Coelho, Panda Books

- Moderno Almanaque das Copas do Mundo - Gláucia Parreira, Yendis

- Copas do Mundo: Histórias e Estatísticas - Luiz Fernando Baggio Monclar, Axcell Books

- Brasil em Copas do Mundo - Barbosa Filho, Panoramas do Saber.

quarta-feira, 5 de maio de 2010